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Por que tratar os outros como você gostaria de ser tratado é um erro
[vc_row row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” text_align=”left” box_shadow_on_row=”no”][vc_column][vc_column_text]The #1 barrier for inclusion and diversity is affinity bias, i.e., the fact that we tend to favour people who are just like ourselves. Today we’re taking a look at the second major barrier for inclusion and diversity: our inability to put ourselves in somebody else’s shoes. In other words, lack of empathy. I’m referring to both emotional empathy, which means feeling somebody else’s pain, and cognitive empathy, which is understanding where people come from, what they think, what they want, and what makes them happy.[eu] Essa é uma habilidade que não surge naturalmente em muitas pessoas. Temos a tendência de presumir que os outros são como nós, que têm as mesmas preferências e necessidades.
Além de um nível mais profundo de semelhança, somos diferentes na maneira como vivenciamos o mundo
É verdade que todos os seres humanos desejam ser felizes e amados. Nesse sentido, somos todos iguais. Compartilhamos a mesma humanidade; todos vamos morrer. No entanto, além desse nível mais profundo de semelhança, somos diferentes na maneira como vemos o mundo. Temos necessidades diferentes, diferentes estilos de pensamento, comunicação e aprendizagem. Somos influenciados por diferentes culturas, sejam elas nacionais, geracionais, industriais ou corporativas. Nossos valores familiares, crenças religiosas (ou nenhuma) e experiências pessoais também nos influenciam. As expectativas da sociedade sobre nós não são as mesmas, dependendo de quem somos. Há um alto risco de excluir pessoas involuntariamente se você não considerar essas diferenças.
Veja a necessidade de flexibilidade, por exemplo. Já vi um diretor de vendas organizar as reuniões de sua equipe sempre no mesmo horário, bem cedo pela manhã. Certa vez, o mesmo diretor decidiu organizar sua reunião anual de lançamento no primeiro dia de volta às aulas. Ele tinha filhos adultos e uma esposa dona de casa, e não se dava conta do impacto de suas escolhas sobre os pais que trabalham, especialmente os que têm filhos pequenos. A pessoa que me contou essa história tinha acabado de mudar de departamento porque não estava feliz trabalhando para aquele diretor.
Às vezes deixamos de levar em conta as necessidades básicas
Em outra ocasião, enquanto eu conduzia grupos focais em uma fábrica cujos salários femininos eram muito baixos, descobri que no espaço onde as trabalhadoras passavam a maior parte do tempo não havia banheiros femininos. As poucas mulheres que trabalhavam lá tinham que caminhar muito para usar os banheiros femininos na área de recepção. Elas também se sentiam desconfortáveis com os uniformes, que não eram projetados para se ajustar à morfologia feminina. Elas não se sentiam bem-vindas naquele ambiente, e suas taxas de rotatividade eram cinco vezes maiores do que as dos homens. Quando contei ao diretor da fábrica minhas principais descobertas, ele não conseguia acreditar que, em seus dez anos naquela fábrica, nunca tivesse notado que não havia banheiros femininos. Ele ficou chocado com sua própria cegueira.
Outro exemplo, desta vez de um canteiro de obras: um diretor de obra decidiu fazer um churrasco durante o verão para todos os funcionários. A carne servida era carne de porco. E muitos trabalhadores não comeram carne de porco. Com exceção das saladas, eles não puderam comer durante o churrasco e se sentiram humilhados durante um evento que deveria ser um agradecimento pelo trabalho duro.
Certa vez, participei de um jantar corporativo com altos executivos americanos. Foi a primeira vez que os conheci. Na mesa onde eu estava, eles conversaram longamente sobre futebol americano. Não consegui entender a maior parte da conversa e me senti desconfortável. Em determinado momento, alguém disse: "Vamos mudar de assunto; nem todo mundo gosta de futebol americano". Fiquei muito grato e finalmente pude começar a me conectar com as pessoas ao meu redor.
Combater o preconceito inconsciente não é suficiente para impulsionar a inclusão
Existem inúmeros exemplos reais semelhantes aos acima, e eles demonstram como você pode excluir pessoas involuntariamente, tratando-as como gostaria de ser tratado — o que demonstra que liderança inclusiva não se trata apenas de tomar decisões imparciais. A empatia também é uma habilidade fundamental que você precisa desenvolver.
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Obrigado por dedicar seu tempo para ler este post. Deixe-me saber o que você achou nos comentários abaixo.
Este é um trecho do meu livro “Tenha sucesso como um líder inclusivo – Hábitos de liderança vencedores em um mundo diverso”.
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SOBRE O AUTOR
COMPOSTO THAIS é uma das principais especialistas globais em liderança inclusiva. Suas conquistas foram reconhecidas com 15 prêmios em todo o mundo, incluindo o prestigioso "2019 Top Global Diversity and Inclusion Leaders Award". Ela é palestrante, autora, facilitadora e consultora com 19 anos de experiência. Thais palestrou em três eventos TEDx e é autora de “Ter sucesso como um líder inclusivo”, o criador do Conferência Global de Liderança Inclusiva, e apresentador do programa e podcast do YouTube “O Show da Inclusão”. Thais também é fundadora e CEO da Déclic Internacional, uma consultoria boutique global que ela fundou após liderar as estratégias de inclusão e diversidade de três empresas da Fortune 500: Vinci, Coca-Cola Enterprises e Cisco.
Referências
[eu] I Don’t Feel Your Pain: Why We Need More Morality and Less Empathy, Heleo Editors, December 2016.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” text_align=”left” background_color=”#f7f7f7″ border_top_color=”#eeeeee” padding_top=”20″ padding_bottom=”0″ box_shadow_on_row=”no” toggle_font_preset=”mpc_preset_97″ toggle_font_size=”20″ toggle_font_line_height=”5″ toggle_font_align=”center” toggle_background_color=”#444444″ toggle_border_css=”border-radius:0px;” toggle_padding_css=”padding:10px;” hover_toggle_background_color=”#e2e2e2″ el_class=”.inclusive-quiz”][vc_column][vc_single_image image=”351307″ img_size=”153×150″ alignment=”center” el_class=”.bichinho-quiz”][vc_column_text css=”.vc_custom_1476553882921{margin-top: 20px !important;}”]
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